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quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Hábito.


Eu tenho o hábito de me apaixonar todos os dias: por mim, pela minha vida, por quem caminha comigo.

(Marla de Queiroz)

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Tenho tudo, então.


(...) Toda minha riqueza está em meu coração. Toma! É teu meu abraço, olfato e tato, aconchegue-se em meu peito, esqueça o pronome, preencha o sujeito: somos extensão. 
Eu me tenho, nós nos temos. Tenho tudo, então. 

(Marla de Queiroz) 

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Em crise.

É preciso ter um caos dentro de si para dar à luz uma estrela cintilante.

(Friedrich Nietzsche)


Quando estamos em crise por algo específico ou por tudo, uma preciosidade acontece: Saímos do lugar. Damos um passo adiante. Buscamos por outras paisagens, outros personagens, novas histórias. Por mais dolorosa que seja uma crise, ela é um aprendizado. Ele nos diz que o que estamos fazendo não serve mais para que obtenhamos o resultado almejado. Ela nos mostra que aquela relação teve o seu tempo esgotado. Que aquele emprego não nos faz mais feliz. Que gostaríamos de começar outra atividade, nos especializar em outra coisa. Enquanto estamos confortáveis, não nos movemos porque tudo está do jeito que queríamos. Quando esta fase passa é hora de subir outro degrau, abrir um pouco mais a mente e reavaliar o que tem ocupado o nosso coração. Aproveite as crises para crescer, para ousar, para criar um movimento em seu benefício. Reclamar do processo não o resolve. Aceite e ponha ação em suas palavras. E, se puder, agradeça. Há merecimento nas graças obtidas pela GRATIDÃO.
(Marla de Queiroz)

terça-feira, 18 de março de 2014

Braços vazios.


Seja forte, siga em frente, respire fundo, e perceba a importância de se ter braços vazios, pra que se possa ter espaço em si para abraçar o mundo.

(Marla de Queiroz)

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Pessoas vão.



Pessoas vão embora de todas as formas: vão embora da nossa vida, do nosso coração, do nosso abraço, da nossa amizade, da nossa admiração, do nosso país. E, muitas a quem dedicamos um profundo amor, morrem. E continuam imortais dentro da gente. A vida segue: doendo, rasgando, enchendo de saudade… Depois nos dá aceitação, ameniza a falta trazendo apenas a lembrança que não machuca mais: uma frase engraçada, uma filosofia de vida, um jeito tão característico, aquela peculiaridade da pessoa. Mas pessoas vão embora. As coisas acabam. Relações se esvaem, paixonites escorrem pelo ralo, adeuses começam a fazer sentido. E se a gente sente com estas idas e também vindas, é porque estamos vivos. Cuidemos deste agora. Muitos já se foram para nos ensinar que a vida é só um bocado de momento que pode durar cem anos ou cinco minutos. E não importa quanto tempo você teve para amar alguém, mas o amor que você investiu durante aquele tempo. Segundos podem ser eternidades… ou não. Depende da ocasião.

(Marla de Queiroz)

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Permita-se.




Tenha mais cuidado com você, não espere isso do Outro. Você sabe das suas carências, das suas fases, das suas lacunas. O Outro sabe das dele. Às vezes há o encontro perfeito, o encaixe. Em outras, há a mudança brusca pedindo outras conquistas, outras evoluções. Permita-se ser a nova pessoa que acorda todos os dias com mais sede de tudo. Permita-se conhecer a nova pessoa que se relaciona com você diariamente: com outra disposição pra vida, pro amor, pras relações.

(Marla de Queiroz)

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Expectativas.


Não nasci para ser adequada, coerente, adorável. Nasci para ser gente. Para sentir de verdade. Tenho vocação para transparências e não preciso ser interessante o tempo todo. Por isso, não espere que eu supere as suas expectativas: às vezes, nem eu supero as minhas.

(Marla de Queiroz)

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Cuidemos do agora.

Sinto-me ter nascido a cada momento, para a eterna novidade do mundo.

(Fernando Pessoa)


Cuidemos deste agora. Muitos já se foram para nos ensinar que a vida é só um bocado de momento que pode durar cem anos ou cinco minutos. E não importa quanto tempo você teve para amar alguém, mas o amor que você investiu durante aquele tempo.
Segundos podem ser eternidades... ou não. Depende da ocasião.


(Marla de Queiroz)

domingo, 28 de julho de 2013

Nada é definitivo.


Nada é tão definitivo assim e a gente nunca é, a gente está. (...) A gente vai experimentando aqui e acolá, vai sentindo o ritmo, o tempo, tendo cuidado com algumas coisas e desrespeitando as placas de aviso de perigo de outras. A gente cai, levanta, chora, celebra. A gente vive. A gente se conhece através das reações dos outros a nós mesmos. A gente se trabalha ou estagna, regride ou evolui.
A escolha é sempre nossa!


(Marla de Queiroz)

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Seu coração é a sua nobreza.


Eu desejo que você consiga perceber a sua força, por causa e apesar de. Que saiba que é grandioso demais para achar que não é. Eu desejo que você, antes de me contar seus defeitos, que fale sobre as suas qualidades, as essenciais, porque o material não te faz mais bonito ou menos interessante, seu coração é a sua nobreza. Eu desejo que no mundo haja mais pessoas com a sua generosidade, mas que sua percepção disso seja convertida para o seu Bem também. Desejo que você não apenas ajude, mas aprenda a pedir ajuda: se humildando na sua capacidade de dar e se permitindo receber o que é justo. Desejo que, no auge do seu cansaço, você não fuja, que simplesmente consiga chorar por um profundo respeito a si mesmo. E que deixe que o Universo te afague, que a Vida te acaricie, que um Poder Superior te ouça e dê o colo que você precisa. Eu desejo que você possa dormir quando sentir sono. E que possa acordar com a boa notícia que espera. Porque você merece comemorar mais uma vitória. Você merece sorrir com seu coração.


(Marla de Queiroz)

terça-feira, 26 de março de 2013

veio falar de saudade.

E eu me visto de saudades do que já não somos nós . 

(Leoni in As cartas que eu não mando)


"Então ele veio me falar em saudade... E usou os superlativos que eu usava. Veio falar em saudade para mim que o esperei tanto enquanto ele se fechava em círculo como uma serpente que engoliu o próprio rabo; enquanto tecia em torno de si uma teia com fios de aço. (...) Para esquecê-lo tive que silenciar até o oco do sentimento, da expectativa. E ele veio, depois de tanto tempo, me falar em saudade..."

(Marla de Queiroz)

quinta-feira, 14 de março de 2013

desejo coragem.

Viver requer doses diárias de coragem e ousadia.

 (Silvana Haddad)



Que seja insônia, agonia, desespero se for este o caso. Não conheço vida sem quaisquer umas destas emoções. Mas que venha tudo: o cru, o imundo, o insuportável. Que eu possa sentir até o fundo dos poros, que todo o veneno amoleça minhas veias, que a dor, antes obsoleta, pois a vida exigia uma sucessão de alegrias, me corroa com inteireza.
Mas que eu renasça... E cresça.
E que possa receber, após esta limpeza, a paz.
Desejo coragem para quem nasceu pra sentir demais.

(Marla de Queiroz)

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

simples como uma bicicleta com flores.


Você gostaria de entender o que é ter um amor maior, descobrir cada pedaço que tatuou no meu coração? Com você eu aprendo que nem você sabe e por isso não sei te explicar.  Tudo seu deixa cheiro, toque, tato, revira a minha cabeça, muda a minha história e me ensina o amor. É simples como uma bicicleta com flores, nada demais, somente delicadezas e pequenos sortilégios.

(Denise Portes)


O amor era suave e tinha um jeito de penetrar sem invadir, de libertar no abraço. O amor não era mais aquela insônia, mas sonho bom na entrega ao desconhecido. O amor não era mais a iminência de um conflito, mas uma confiança na vida. E, pela primeira vez, o amor não carregava resquícios de abandono, pois havia descoberto: o amor estava ali porque ambos estavam prontos. O Tempo estava certo.

(Marla de Queiroz)

sábado, 5 de janeiro de 2013

Dia propício.



"Dia propício para esparramar por aí a nossa Luz, compartilhar a nossa Boa Sorte de ter absolutamente tudo que precisamos para nossa Plenitude, inclusive a ausência de algumas coisas, que é a lapidação para os nosso mais precioso aprendizado.
Dia propício para renovar nossa Fé no Amor e no Outro e para vibrar positivamente, de forma que sejamos um ímã para relacionamentos inteiros, recíprocos, saudáveis, verdadeiros.
Dia propício para nos desvencilhar dos vícios e de tudo aquilo que nos ofusca por ser artificial a nós.
Dia propício para benzermos nossa água e pronunciar alegrias antes de ingerir suas moléculas de Cura.
Dia propício para o Perdão, para fazer as pazes com nós mesmos e com o Outro, mesmo que apenas internamente, se só assim for possível.
Dia propício para desenhar uma Caminhada NOVA!
Dia propício para receber com Consciência mais esta parcela de VIDA!"

(Marla de Queiroz)

terça-feira, 28 de agosto de 2012

celebrAÇÃO.



(...) Celebro a ação de não competir com ninguém, pois tenho tudo o que preciso e saber que o que tenho foi conquistado por mim. Celebro, diariamente, a ação de ter criatividade - de criar atividades que me tirem da estagnação espiritual, emocional, pessoal. Celebro a ação de renovar meus valores para que eles sejam justos. Celebro a ação de não ocupar meu coração com desesperança e preconceitos ou coisas que aprisionem minha alma na limitAÇÃO. Celebro a ação de me importar primeiro com as pessoas, depois com as coisas. Celebro a ação de ser profunda nos meus devaneios, celebro a ação de ser superficial em alguns desejos e poder me permitir ou rir deles. Celebro a ação de mudar de ideia, de certeza, de narrativa, de estado de espírito, de aparência, de preferências, de vida!
CelebrAÇÃO não é lamentAÇÃO, por isso, celebro!"
(Marla de Queiroz)

terça-feira, 29 de maio de 2012

faço do transitório meu amigo.



"...Sei que passam a saudade e a tristeza e o entusiasmo que vivem comigo. Por isso, faço do transitório meu amigo. O que a vida exige de mim é constante aceitação e mudança para que eu continue sendo merecedora da minha Boa Sorte e valorize a cada dia mais a Esperança. "

(Marla de Queiroz)

domingo, 29 de abril de 2012

gosto.



Gosto da tua voz ao telefone, ao pé do ouvido. Gosto de cada bobagem que nos faz rir, do papo cabeça, da poesia inaugurando o dia, gosto dessas nossas sintonias.

(Marla de Queiroz)

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Dia do beijo


13 de Abril - Dia do beijo: Vamos beijar muito, que é bom demais!


E a minha boca é o pretexto para o seu mais demorado beijo.
(Marla de Queiroz)

quinta-feira, 12 de abril de 2012

o que me interessa no amor.



O que me interessa no amor, não é apenas o que ele me dá,
mas principalmente, o que ele tira de mim:
a carência, a ilusão de autossuficiência,
a solidão maciça, a boemia exacerbada para suprir vazios.
Ele me tira essa disponibilidade eterna para qualquer um,
para qualquer coisa, a qualquer hora.
Ele apazigua o meu peito
com uma lista breve de prós e contras.
Mas me dá escolhas.
Eu me percebo transformada pelo que o amor
tirou de mim por precisar de espaço amplo
e bem cuidado para se instalar.
O amor tira de mim a armadura,
pois não consigo controlar a vulnerabilidade
que vem com ele; tira também a intransigência.
O amor me ensina a negociar os prazos,
a superar etapas, a confiar nos fatos.
O amor tira de mim a vontade de desistir com facilidade,
de ir embora antes de sentir vontade,
de abandonar sem saber por quê.
E é por isso que o amor me assombra
tanto quanto delicia.
Porque não posso virar as costas
pra uma mania quando ela vem
de uma pessoa inteira.
Porque eu não posso fingir que quero estar sozinha
quando o meu ser transborda companhia.
O amor me tira coisas que eu não gosto,
coisas que eu talvez gostasse,
mas me dá em dobro o que nunca tive:
um namoramento por ele mesmo.
O amor me tira aquilo que não serve mais
e que me compunha antes.
O amor tirou de mim tudo que era falta.
  
(Marla de Queiroz)

domingo, 8 de abril de 2012

Namoramar



Namoramar para seguir de mãos dadas
e projetar no futuro o presente.
Namoramar para se sentir acompanhada
mesmo quando o outro está ausente.
Namoramar para encontrar no amor sua casa.
Namoramar para ter em si o aconchego que é estar
tão na-morada.


(Namoramar para desenhar sentido na rotina e
descobrir no verso seu inverso ou sua rima).

(Marla de Queiroz)