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segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

A boniteza.



A cada dia me convenço o quanto a boniteza se esconde na simplicidade. E o quanto me aprendo mais humana quando enxergo a vida com os olhos que ela realmente merece.


(Bibiana Benites)

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Aprendizado.



Sempre acreditei que os meus sonhos, de uma forma ou de várias, se realizariam. Talvez não da forma que eu imaginei, com as pessoas que eu pensei ou nas circunstâncias que eu queria, mas eu sempre soube quando algo que eu quis muito estava se concretizando ali, diante dos meus olhos. Com o tempo, aprendi que tudo (e isso eu digo com toda a verdade) acontece na hora certa. Quando eu estava preparada para receber ou para perder (algo ou alguém) a vida – de mãos comigo – me fez enxergar a importância de ser feliz com o que se tem, com o que se é. E foi com esse aprendizado que eu cheguei até aqui.


(Bibiana Benites)

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Cada escolha, uma renúncia.


Em qualquer esquina que nos dispusermos a cruzar, encontraremos – entre tantas escolhas disponíveis – tanto a felicidade quanto a frustração. Não há como fugir. Cada escolha é uma renúncia.

(Bibiana Benites)

sábado, 24 de outubro de 2015

O amor chega quando a gente menos espera.


(...) Contigo, eu aprendi sobre liberdade, sobre deixar o Outro ser quem ele é, no âmago da palavra, e do sentimento também. Talvez eu não tivesse tido a chance ou mesmo a coragem de dizer o quanto me reinventei, me transformei e me aceitei frágil e imperfeita, desde a nossa primeira temporada juntos.
É, moço, você me ensinou a fechar todos os meus ciclos, todas as histórias mal resolvidas que deixei esparramadas por aí, sem receio do que viria depois. O tempo ao teu lado me proporciona formas – de todos os ângulos, cores e texturas – de conhecer melhor a minha essência e de compreender, com mais nitidez, a soma dessa escolha nossa.
Você nunca soube o quanto a tua companhia me ensinou a manter uma convivência madura e sadia comigo e com a minha solidão, com o meu passado e com este presente que nos brinda com sutil delicadeza. Vem aqui, chega perto, que hoje – sem mais tardar – preciso te dizer o quanto eu te amo, o tanto que eu te quero bem, que eu te quero perto.
Sim, eu nunca disse que quando os meus pés se aninham tão bem aos teus, como num gesto de proteção, de saber-te ali, tenho a plena sensação de que o amor chega quando a gente menos espera. E ele sempre sabe onde.

(Bibiana Benites)

segunda-feira, 2 de março de 2015

Quando falo de amor.


Eu não consigo falar baixo quando falo de amor. Quando escrevo sobre ele. 
Quando sinto ele. Quando amo eu (trans)bordo Poesia em mim.



(Bibiana Benites)

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Das escolhas.


Não importa onde você esteja, importa onde você quer chegar.
A vida sempre vai te mostrar vários caminhos, mas você terá que optar por um. Bom ou ruim, eu não sei. Você só saberá indo. Sendo junto com ele.
Ainda menina, eu aprendi que a vida é uma "caixinha de surpresas". Meus pais sempre me ensinaram que, por mais que a gente queira, não se pode ter tudo. Que por mais que doa, é preciso escolher. É preciso abdicar de algo que você gosta muito, por algo que passou a se gostar mais. Naquele momento.  
Eu, por exemplo, já tive que fazer escolhas importantes. Já tive que trilhar caminhos de olhos vendados. Sem certezas do que me esperava do outro lado. De quem me esperava. Muitas vezes eu tive que caminhar sozinha. Eu tive que encontrar saídas. Respostas. Eu tive que me encontrar. Sozinha.
E eu me achei. E me perdi com o tempo.
Mas eu não desisti de mim, e me procurei novamente. E de tanto procurar acabei me encontrando. E não me perdi mais. Eu não me perdi mais de vista. E neste momento que eu olhei fundo pra dentro de mim, e escolhi um caminho. E segui.
E hoje eu vim aqui para agradecer.
Mesmo que algumas vezes eu tenha perdido, em contraponto, eu ganhei muito. Eu adquiri valores, eu me conheci mais. Eu aprendi a me ouvir mais. Eu conheci amigos verdadeiros, sentimentos novos. E formas de sorrir também. Eu virei uma pessoa nova. Todos os dias, eu passei a conhecer um pouco do que eu trazia dentro.
Tudo o que sou hoje, justifica a mulher que fui ontem. E isso me orgulha muito. É isso. É simples. Muito obrigada tempo.
(Bibiana Benites)

O silêncio de dentro.



Respirei fundo. Fiquei de pés descalços. Acendi os incensos de calêndula e saí purificando toda a casa. Coloquei aquela música que profundamente me toca. Deitei no chão na sala. Deixei meu corpo sentir tudo o que há tempos eu já vinha sentindo. Deixei que ele fosse tomado pelo silêncio de dentro. Aquele. Levemente doce. Nosso velho conhecido.
(Bibiana Benites)

domingo, 2 de novembro de 2014

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Não sei.


Eu não sei sentir baixo. Não sei ser rasa diante da vastidão que é a vida.

(Bibiana Benites)

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Nota III.

Ao contrário do que muita gente pensa, o amor não está naqueles que vivem de olhos atentos. É justamente na distração que você vai encontrá-lo.


(Bibiana Benites)

quinta-feira, 6 de março de 2014

Me perdoei.


Não me culpo, não me cobro e nem me julgo mais. De hoje em diante fiz as pazes comigo. Eu me perdoei.


(Bibiana Benites)

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Perda de tempo.



É perda de tempo tentar explicar o que já não importa mais. É perda de tempo querer reconquistar quando o amor já não existe. É perda. Nos perdemos. Lamento.

(Bibiana Benites)

Corações partidos.



De corações partidos o mundo está cheio. Eu quero é saber dos que ainda não deixaram de sonhar.
(Bibiana Benites)

Pessoas inteiras.

Eu só me aconchego naquilo que é sólido, constante. É o plural das coisas que me fascina.


Não me iludo mais com metades que a gente encontra pelo caminho. Hoje, se tem uma coisa que eu me transbordo e me encanto - pateticamente -, é com pessoas inteiras. Reconheço de longe a vastidão que essas almas carregam dentro.
(Bibiana Benites)

sábado, 15 de fevereiro de 2014

Se você soubesse.


Se você soubesse a quantidade de coisas boas que eu sentia quando o seu cheiro e a sua mão estavam perto de mim. Era como se o mundo lá fora fosse um mero expectador da nossa vida aqui dentro. Eu serenava ao teu lado. Se você soubesse o que acontecia quando o seu sorriso olhava pra mim. Era como se todas as estrelas encontrassem a mesma sintonia do brilho. Era como se todas elas resolvessem iluminar o nosso caminho e abençoar essa "coisa" bonita que a gente sentia um pelo outro. Sei, é que os momentos mais bonitos dessa passagem que uns chamam de Vida e outros de Sobrevivência, era ao teu lado que eu estava (Ou queria estar). Sendo quem eu gostaria. Se você soubesse o quanto eu transbordei ao escrever essas linhas. Mas você nunca saberá.
(Bibiana Benites)

domingo, 29 de dezembro de 2013

Você nunca saberá.

Se você soubesse a quantidade de coisas boas que eu sentia quando o seu cheiro e a sua mão estavam perto de mim. Era como se o mundo lá fora fosse um mero expectador da nossa vida aqui dentro. Lembra do nosso projeto de ontem? O agora. Viver - com tudo o que a gente podia - a inteireza do instante. Eu serenava ao teu lado.
Se você soubesse o que acontecia quando o seu sorriso olhava pra mim. Era como se todas as estrelas encontrassem a mesma sintonia do brilho. Era como se todas elas resolvessem iluminar o nosso caminho e abençoar essa "coisa" bonita que a gente sentia um pelo outro. Sei, é que os momentos mais bonitos dessa passagem que uns chamam de Vida e outros de Sobrevivência, era ao teu lado que eu estava. Sendo quem eu gostaria.
Se você soubesse os territórios que eu percorri, os excessos que eu enxuguei, as culpas que eu assumi. Se você soubesse as tempestades que eu desdobrei, as manhãs nubladas e os finais de tarde no mais profundo ócio que eu me encontrei. E me desconheci inteiramente por isso: pelas fraquezas que passei a conhecer em mim e pela forma absurda que você cresceu aqui dentro.
Se você soubesse os altos e baixos que passei, o quanto eu mudei, o quanto eu cresci mais mulher com a tua falta. Com as tuas ausências. Com os teus não-telefonemas, as tuas não-canções de amor, as tuas não-mensagens. E de como isso foi essencial para que eu chegasse aqui. Outra. Nova.
Se você soubesse o quanto eu transbordei ao escrever essas linhas. Mas você nunca saberá.


(Bibiana Benites)

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Espero.



Espero alguém que me espere antes mesmo de saber que eu vou chegar.

(Bibiana Benites)

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Ultrapassa as fronteiras.

Eu não quero fazer sentido, eu quero é ser feliz.
Eu não cheguei até aqui para provar isso ou aquilo a quem quer que seja. Eu vim para deixar uma marca. Forte. Deixar um sentimento. Bonito. Uma história. Doce. Eu sou a bruta-flor de Caetano. O avesso. Contrários de mim.
Eu gosto da intensidade das coisas, das pessoas, dos sentidos. Eu me encanto com pessoas que ainda se encantam com a vida. Que cantam com ela. Aprendi a dançar e a sorrir da mesma forma que aprendi a lutar por aquilo que quero. Por aquilo que é meu por merecimento. Seja por sorte, ou por destino. Tanto faz a ordem dos fatores. É. E ponto final.
O meu tempo é agora. As minhas vontades e os meus desejos não cabem dentro de mim, do que escrevo, da pessoa que o tempo me fez. Desassossego. Tudo em mim ultrapassa as fronteiras do entendimento, daquilo que é raso. Do café-com-açúcar. Do meio termo. São melodias, rimas, prosas e versos que tanto me fazem. Trans(bordar).
Estou do avesso, vivendo uma completa fase de inquietude poética. Eu busco incessantemente respostas. Eu quero as coisas para ontem, eu quero as pessoas mais inteiras. Eu as quero entregues.
E todo mundo se olha e fica com medo, receio. Aliás, ninguém se olha mais. Ninguém se sente mais. Tudo é tão intolerável hoje em dia. Pouca gente ama, e ninguém se emociona mais com as pequenezas.
Faz assim: deixa a lucidez de lado. Não hesite. Não defina. Mova. As linhas do tempo não perdoam.
(Bibiana Benites)

sábado, 14 de dezembro de 2013

Eu aprendo todos os dias.


E você olha para o tempo como se ele sempre estivesse ali, mas ele não esteve.
Eu aprendi que os ponteiros do relógio não perdoam. O tempo passa ligeiramente, não importa com quem você esteja ou como você esteja. As pessoas entram e saem da sua vida numa velocidade absurda. E você tem que se acostumar com isso.
Eu aprendi que temos de se adaptar com o ritmo das coisas. Adotar um estilo de vida que condiz com a vida que você quer levar. Com as pessoas que quer ter perto. Que quer. Perto.
Eu aprendi que a gente tem que encontrar uma forma (menos dolorosa) de encarar as nossas crises, as nossas perdas, os desalinhos que cruzam a nossa estrada. E seguir. Sem culpa. Sem tristeza. Sem pena de si mesmo.
Eu aprendi que por mais que você ame muito alguém, essa pessoa vai se encarregar de te decepcionar algum dia. Algum mês. Por toda a vida.
Eu aprendi que as melhores respostas estão dentro de mim. Quando eu ouço atentamente o meu coração, eu consigo entender com mais clareza o que me aflige, o que me desmancha em sorrisos, o que me sensibiliza em afetos.
Eu aprendi mais sobre mim depois que me afastei de você. Depois que aprendi a sentir, por mim  mesma. A gostar por mim mesma. A ser por mim. Eu fui me descobrindo dia após dia. Sentimento após sentimento. Música após música. E eu fui me orgulhando tanto com a pessoa que o tempo foi criando. 
Eu aprendi que os valores, levados para o resto da vida, são ensinados ainda na infância.
Eu aprendi que as pessoas que você mais ama, são tomadas de você muito depressa. Antes mesmo da hora de você entender o que é perder alguém. E ter que seguir a vida mesmo assim.
Eu aprendi que erros passados não justificam erros futuros. Que se você errar no mesmo quesito duas, três, cinco vezes que for, o problema não está na sua falta de sorte, mas nas escolhas que você está fazendo. Nos sentimentos que você está envolvendo. Nas pessoas que você está dando o valor que não merecem.
Eu aprendi que dançar sem parar uma noite inteira, me deixa mais leve. Mais dona de mim. Mais segura para enfrentar a aspereza do mundo.
Eu aprendi que um abraço pode ter a mesma função de uma terapia. De dois em um mesmo sentir.
Eu aprendo tanto todos os dias. E não quero nunca me deixar de aprender.


 (Bibiana Benites)

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Chegar com verdade.


E se não for pra chegar com verdade, nem se aproxime. Nem me solte de mim.

(Bibiana Benites)


Eu espero. Acho normal ter momentos assim na vida. Mas quando eu decido seguir, quem ficou pra trás tem trabalho dobrado para me acompanhar. Isso quando consegue. Indecisão, dúvida, tudo isso é comum. O que eu não posso, nunca, é viver esperando alguém se decidir o que fazer com a minha presença na vida dela.

(Gustavo Lacombe)