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sábado, 8 de março de 2014

Explosão interna.


Eu quero mesmo é que tudo exploda. E que seja luminosa, a explosão, que ecoe pelos quarteirões e faça tremer teus vidros, quebrar tuas janelas. Que perturbe teu sono e te faça ir pra rua pra ver o que aconteceu. Você não vai me encontrar lá. Eu não sou o piloto. Não sou o passageiro. Não sou o pedestre. Eu sou o acidente, e eu sou grave.

(Lucas Silveira)

domingo, 29 de dezembro de 2013

Amor não segue tendência.

Eu vim de um lugar onde os amantes permanecem amantes, e eles se amam até o fim, eles amam, e amam uns aos outros. Eles não seguem nenhuma tendência, eles apenas não querem, eles apenas não se importam com isso.

(Lucas Silveira)

Me chamem de careta, de romântico, de antiquado ou os três juntos. Moderno é leite longa vida de meio litro, sensor de estacionamento, hambúrguer de microondas, internet wireless, asfalto feito com resíduo industrial, que servem pra suprir uma necessidade. Relacionamento aberto é dejeto do nosso convívio ególatra pseudo modernista e não funciona pra coisa nenhuma. Vai lá, como se coração tivesse saída para chip como telefone celular, onde você escolhe a companhia que deseja usar, contudo, a tecnologia do corpo humano estagnou no homo sapiens. Brega é calça boca-de-sino, andar de Maverick, fumar ou usar corrente de ouro, bigode e topete James Dean. Amor e vestidinho preto não saem da passarela. Amar e ser amado é que revoluciona a gente.


(Gabito Nunes)