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terça-feira, 6 de março de 2012

uma vida inteirinha.


 Teu sorriso eu vou deixar na estante para eu ter um dia melhor. 
Tua água eu vou buscar na fonte, teu passo eu já sei de cor.
Sei nosso primeiro abraço, sei nossa primeira dor.
Sei tua manhã mais bonita, nossa casinha de cobertor.

(O Teatro Mágico)


Vontade de ficar uma vida inteirinha ali, esquecido de tudo, de todos.

 (Caio Fernando Abreu)

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

sina nossa.



Há uma alma em mim,
Há uma calma que não condiz...
Com a nossa pressa!
Com resto que nos resta
Lamentavelmente eu sou assim...

Um tanto disperso
Às vezes desapareço
Pois depois recomeço
Mas antes me esqueço.
(...)
Bons ventos para nós
Para assim sempre
Soprar sobre nós....


(O Teatro Mágico)

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

porque a gente nunca sabe de quem vai gostar.



Ana aproveitava os carinhos do mundo
Os quatro elementos de tudo
Deitada diante do mar

Que apaixonado entregava as conchas mais belas
Tesouros de barcos e velas
Que o tempo não deixou voltar
Onde já se viu o mar apaixonado por uma menina?
Quem já conseguiu dominar o amor?
Por que é que o mar não se apaixona por uma lagoa?
Porque a gente nunca sabe de quem vai gostar...

(Ana e o mar- O Teatro Mágico)

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Nosso pequeno castelo - O Teatro Mágico.




"No nosso livro a nossa história é faz de conta ou é faz acontecer?
Acontecerá."

(vídeo lindo... *-*)

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

cuida de mim.




 Cuida de mim enquanto não esqueço de você
Cuida de mim enquanto finjo que sou quem eu queria ser
Cuida de mim enquanto não me esqueço de você
Cuida de mim enquanto finjo, enquanto fujo
Basta as penas que eu mesmo sinto de mim 
Junto todas, crio asas, viro querubim
Sou da cor, do tom, sabor e som que quiser ouvir
Sou calor, clarão e escuridão que te faz dormir

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Sina Nossa - O Teatro Mágico.



Mia senhora,
És de lua e beleza
És um pranto do avesso
És um anjo em verso
Em presença e peso
Atrevo-me atravesso
Pra perto do peito teu
Teu sagrado e tua besteira
Teu cuidado e tua maneira
De descordar da dor
De descobrir abrigo
Entre tanto amor
Entretanto a dúvida
A música que casou
Um certo surto que não veio
Há uma alma em mim,
Há uma calma que não condiz...
Com a nossa pressa!
Com resto que nos resta
Lamentavelmente eu sou assim...
Um tanto disperso
Às vezes desapareço
Pois depois recomeço
Mas antes me esqueço
Nossa sina é se ensinar...
A sina nossa é...
Nossa sina é se ensinar...
A sina nossa...
Minha senhora diz:
Bons ventos para nós
Para assim sempre
Soprar sobre nós..